Gafes dos presidenciáveis
11 julho, 2010 Categoria: Política é o fim Nenhum Comentário »
Não é raro que os candidatos à Presidência da República cometam falhas ao discursarem em visitas às cidades brasileiras, inaugurações de obras, solenidades ou apresentações de projetos de governo.
Essas falhas, quando acontecem, ganham grande destaque na mídia e, invariavelmente, chegam ao conhecimento dos eleitores.
Veja:
Gafes de Dilma Rousseff
Gafes de José Serra
Gafes de Marina Silva
Gafes de Dilma Rousseff
11 julho, 2010 Categoria: Política é o fim 1 Comentário »
Uma das mais recentes aconteceu no final de junho, na convenção nacional do PRB, quando a petista afirmou que, caso assuma o governo, milhões de brasileiros serão eliminados.
“Hoje são 53 milhões de brasileiros para serem resgatados da pobreza. Vamos eliminar os 19 milhões que vivem com um quarto do salário mínimo per capita”, disse. Percebendo a falha, entretanto, acabou se corrigindo. “Não digo eliminar os brasileiros, mas eliminar a pobreza dos brasileiros”, desconversou.
Ao final de entrevista à rádio CBN afirmou que Michel Temer é presidente do Senado. No entanto, ele é presidente da Câmera.
Em Porto Alegre, ao tentar defender a relação amistosa do governo brasileiro com o Irã, Dilma disse que o país “controla armas nucleares”.

Durante cerimônia do PAC, em Belo Horizonte, a ex-ministra chamou o evento de comício.
Uma das gafes de maior destaque da petista teve repercussões internacionais. Na conferência sobre o clima, em Copenhague, na Dinamarca, ao lado de figuras de destaque no cenário mundial, a candidata afirmou que “o meio ambiente é um obstáculo ao desenvolvimento sustentável”.
Dilma Rousseff também já trocou, por várias vezes, nomes de cidades visitadas. Chamou, por duas vezes, Governador Valadares de Juiz de Fora e afirmou num evento, em Boa Vista, que estava na capital de Rondônia.
Ainda disse que Ariano Suassuna é pernambucano e que o filme “Vidas Secas” retrata a “saída das pessoas do Nordeste para o Brasil”.
Gafes de José Serra
11 julho, 2010 Categoria: Política é o fim 1 Comentário »
Depois de afirmar que na escola convivia com nordestinos numa “total normalidade”, Serra disse que o Rio Grande do Norte representa 6% da população brasileira.
Em outra ocasião, o palmeirense Serra parabenizou o Corinthians, dizendo que o clube aniversaria no dia 29 de setembro.
Porém o clube completou 98 anos no último dia 1º de setembro.

E o candidato também andou escorregando com nomes de Estados. Em visita ao Mato Grosso do Sul, ele chamou o Estado de Mato Grosso.
Na tentativa de consertar a falha, Serra afirmou:
Deveria haver Sul do Mato Grosso e Norte do Mato Grosso, devia inverter o nome, que aí a gente falava Sul ou Norte”
brincou, constrangido, arrancando sorrisos de alguns presentes e ódio de outros.
No mesmo evento, Serra ainda trocou os nomes de ferrovias e cidades e errou a pronúncia do nome do presidente do Irã, chamando-o de “Amanijedad”, no lugar de “Ahmadinejad”.
Gafes de Marina Silva
11 julho, 2010 Categoria: Política é o fim Nenhum Comentário »
Parece que esta é uma constante entre os políticos brasileiros.
Será que o país é extenso demais? Ou a cultura demasiado rasa?
Em visita ao Rio Grande do Norte, Marina Silva disse que estava em Pernambuco. Ao perceber o erro tentou corrigir, mas o mal estar já estava instalado.

Na internet, Marina se envolveu em uma situação ainda mais delicada.
A senadora, que é evangélica, publicou em seu Twitter mensagens escritas por outros internautas, que fizeram críticas ao escritor José Saramago, que era ateu. Porém, a impressão causada é a de que os textos eram da própria candidata.
Ela postou:
Morre José Saramago. O mundo perde um grande escritor, e os países de língua portuguesa, o nosso primeiro prêmio Nobel”.
Na tentativa de explicar a situação, a assessoria de Marina publicou: “Caros, Marina não está apoiando esses comentários. Ela apenas os cita”.
Então tá, né. E segue a disputa; não pela presidência, mas por quem fala mais bobagem.
6/4/2010 – Um banho de água fria no populismo carioca
7 abril, 2010 Categoria: Política é o fim 2 Comentários »
por Andre Decourt
Cantando, sambando, fazendo um populista oba-oba, sem enfrentar os principais problemas da cidade, aliás muitas vezes os fomentando como é o caso da ocupação de encostas e áreas ribeirinhas e o desmatamento.

O Rio nunca se livrará de enchentes, principalmente nas áreas abaixo ou próximas a quota zero, mas o que vemos assustados, muitos de casa, outros transnoitados presos madrugada a dentro nos rios que as vias viraram, só chegando em casa 12 horas após sair do trabalho. Poderia ter sido minimizado se desde o governo imediato a este ,do temporal de 1966, fizessem seu papel, principalmente na coerção, uma das funções do poder estatal, mais conhecido como “poder de polícia”.
A ocupação das encostas provoca o carreamento de sedimentos, lixo, e material de construção ilegal, para as galerias pluviais, leitos de rios e canais nas áreas baixas, provocando o caos e no caso de precipitações fortes o extravasamento das caixas desses corpos hídricos por horas, como podemos ver nas imagens de rios como o Berquó e o Banana Podre em Botafogo, Macacos no JB, Trapicheiros da Tijuca e dos corpos lagunares da Baixada de Jacarepaguá.
Para piorar tivemos a comprovação que convênios com instituições que beiram o charlatanismo e que dizem controlar o tempo, são apenas mostra da disídia administrativa que vem acomentendo essa cidade primordialmente após 1982. Se tragédia não houve antes não foi porque algum cacique levou a chuva para outro lugar, mas sim um fator chamado de natureza. Que agora mandou seu recado, amargo, de quem é que manda no pedaço.
Não temos ainda idéia da verdadeira escala do desastre, quantas pessoas morreram, e quantas encostas deslizaram. Aparecerão ainda os tragados pelos rios e canais, durante a madrugada que começarão a ser só contabilizados no final do dia, quando familiares descobrirem a anormalidade da falta de contato.
De tom irônico podemos apontar o nosso agourento presidente e sua estranha candidata, que estão na cidade para “inaugurar” mais uma daquelas obras populistas, que mantém as pessoas em locais inadequados, só fazendo maquiagem para eleitor desavisado ver.
Hoje tivemos um recado da cidade, que poderá mandar outro, mais forte, como foi em 1967……
Atualização: já sabemos que o índice pluviométrico até o meio da tarde já ultrapassou a marca de 1966, ou seja, o que esse site vem avisando há uns 07 anos finalmente chegou. Os castelos de areia com siglas pomposas estão mostrando o que são na realidade, favelas atendidas por programas populistas desabam e matam, e até mesmo nosso presidente fala de ocupação irregular. Será apenas pelo susto ????
São 15:45 o a tarde cinzenta vai virando noite rapidamente, vem mais água por aí….
