Quer um guia on-line para ensinar as manhas dos jogos mais bacanas?

O Olhar na Web desta semana traz alguns sites bem legais relacionados ao mundo dos games.

De páginas de jogos online e até professores virtuais para que você aprenda as manhas de alguns games mais complicados.

Divirta-se com o vídeo:
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O Flávio Rocha da Keratuar Produções está abrindo casting urgente no Rio de Janeiro para dois perfis:

  • Atores Homens e Mulheres – Fat Person, todas as idades
  • Figuração – Homens de excelente aparência, de 30 a 40 anos

Os atores Fat Person, são para cadastro e divulgação junto a produtoras e os Figurantes serão selecionados para trabalho de publicidade.
Enviar material para keratuar@gmail.com com os seguintes dados:

Assunto: Figuração ou Ator (aos atores, informar se aceita fazer trabalho de figuração e publicidade)
Nome:
Idade:
Contatos: Tel / E-mail / MSN / Orkut (caso tenha)

Duas ou três fotos em formato JPG, devendo ter o nome da pessoa no mesmo.

Se te interessou, envie logo suas fotos e material lá para o Flávio.


A ‘modelo’ Carol Miranda, sobrinha da Gretchen, assinou contrato com a produtora de filmes pornôs Sexxxy World. A virgem, estrelará a produção “Fiz Pornô e Continuo Virgem” e só fará cenas de sexo anal.

Isso só pode ser piada pronta. Aliás, nem isso: é sacanagem mesmo!

Você sabe quantas versões do Windows Vista existem? Na hora de instalar o seu Windows Vista, qual você escolhe: a versão completa ou a mais leve?

O Windows Vista foi projetado para melhorar a experiência de todos os tipos de usuários de computadores
- dos usuários domésticos, que usam seus computadores apenas para navegar na Web, aos usuários corporativos, que precisam organizar e gerenciar grandes volumes de dados -
passando pelos cientistas que costumam executar análises matemáticas complexas.

Para garantir que todos tenham uma opção adequada às suas necessidades específicas, a Microsoft fornece seis edições diferentes do Windows Vista.

Cada edição concentra-se nas necessidades de um tipo de uso específico. Você sabe qual é a edição ideal para você? Clique aqui e compare.

via Infoescravo Blog

Resposta do Conselho Federal de Psicologia à notícia acima.

Em matéria intitulada “PF apela à psicologia para algemar” publicada no jornal O Estado de São Paulo de 14 de setembro último, lemos o depoimento de duas psicólogas, pertencentes aos quadros da Polícia Federal, que afirmam ser justificado o ato de algemar, indiscriminadamente, cidadãos que recebem voz de prisão por agentes da PF.

Em que pese o lugar de onde opinam as profissionais -elas próprias parte da corporação policial em pauta- suas idéias e concepções não coincidem com os princípios que orientam hoje o debate da psicologia brasileira em torno do tema da justiça, segurança pública e defesa dos direitos humanos.

O Sistema Conselhos de Psicologia (Conselho Federal e Conselhos Regionais) estão próximos de realizar o II seminário sobre o sistema prisional brasileiro e o papel dos psicólogos. Na pauta desse seminário apontamos claramente para a tarefa urgente de tratarmos as políticas criminal, penitenciária e de segurança pública brasileiras como caso de calamidade pública merecendo a preocupação de toda a sociedade. Em nossos cárceres imundos mantemos cerca de meio milhão de seres humanos, preponderantemente jovens e miseráveis, muitos deles sem sentença condenatória e passando por todo tipo de violação de direitos. A violência do Estado, muitas vezes legitimada pela mídia, torna-se recurso natural nas ações de repressão aos atos infracionais.

Ora, algemar sob o argumento de que o estresse torna os sujeitos humanos imprevisíveis é generalizar os fenômenos psicológicos, banalizando sua complexidade. Isso pode acabar por justificar a transformação de uma ação de prevenção em ato de ostentação de força e violência onde o sujeito abordado pode tornar-se vítima de humilhação social. Esse efetivamente não deve ser o papel da PF que tem demonstrado seriedade e cautela nas operações que todos acompanhamos nos últimos tempos. O uso da violência desqualifica sua conduta profissional, perdendo credibilidade social e o respeito dos cidadãos que acreditam nos princípios democráticos.
O Conselho Federal de Psicologia, em sintonia com a campanha das Comissões de Direitos Humanos do Sistema Conselhos de Psicologia, acredita que

nenhuma forma de violência vale a pena.

Humberto Verona
Presidente do CFP