Meditar, trabalhar e pensar

31 agosto, 2008    Categoria: Conversa fiada   Nenhum Comentário »  

Meditar é trabalhar. Pensar é obrar. O olhar fito no céu é uma obra.

Victor Hugo

Hoje vi um desses candidatos caricatos fazendo campanha na TV (aliás, tem cada figura que merecia um artigo pra cada um, aqui no blog…). O que me incomodou foi o sujeito prometendo campanha de desarmamento novamente. Será que ele não estava no país à época do referendo?! Ou não assistia à campanha na TV?

Os políticos vivem atrás de leis de desarmamento da sociedade. Sobretudo numa cidade como esta pseudo maravilhosa aqui. Eles e os jornalistas lamentam na TV os lobbys que sempre conseguem barrar todos os projetos. Ninguém fala do povo nem da cidadania representada na garantia de portar arma e ser responsável por ela. Apóiam-se exclusivamente em números: as estatísticas indicam que arma de fogo mata mais.

Números? Números, meu Deus! Números. E o que significam esses números?
É como dizer que a maioria dos casos de afogamento se dá com água. Armas de fogo, até onde sei, foram feitas para passar fogo nas gentes. Sem as balas, são excelente pesos de papel. E decoração, ao lado do Hemingway e do frasco de Valium.

E a polêmica sobre a foto da atriz Carol Castro nua na Playboy segurando um terço continua rendendo.

Na última segunda-feira, dia 25, o juiz Oswaldo Freixinho, da 29ª Vara Cível do Rio, proibiu a Editora Abril de mandar para as bancas novas revistas com esta foto específica de Carol Castro.

A Editora Abril não pode imprimir novas tiragens e nem edições comemorativas com esta foto.
A foto da discórdia

Há uma menção ainda para a revista se abster de elementos religiosos em outros ensaios, já que fere sentimentos dos fiéis..

Ora, vamos combinar: proibir a Carol Castro de posar nua segurando um terço é uma verdadeira sacranagem!

Aliás, se a Carol segurando um terço deu o que falar, imagina se a moça estivesse segurando um inteiro…

Reflita sobre isso. E oremos.
Amém.

O serviço de tradução automática do Google está cada vez melhor.

É só ver, por exemplo, como “Rejoice in the Lamb” é traduzido ao português.

Clique aqui e dê uma olhada.

Nas próximas olimpíadas eu quero que nenhum comentarista comente nenhum jogo, principalmente se for para fazer drama, para falar os nomes dos pais dos atletas ou para ter um ataque de fúria quando o atleta não vence a prova.

Quero que só a Virna comente vôlei, porque ela sabe ficar calada e só falar o que interessa, quando interessa; a gente nem precisa tirar o som da TV.

Só tenho uma pergunta: se todo mundo acha ruim e reclama, por que o pessoal que faz televisão ainda não mudou isso?…



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