O Yahoo anunciou que, a partir desta semana, começa a funcionar a capacidade ilimitada de seu e-mail.

A armazenagem de mensagens sem limite de tamanho foi anunciada pelo Yahoo em março. Mas só esta semana, de fato, o recurso começa a funcionar.

A partir de agora, usuários do Yahoo Mail poderão manter suas mensagens recebidas e enviadas guardadas no servidor por tempo indefinido e sem limite de tamanho.

De acordo com o Yahoo, as novas contas já terão capacidade ilimitada. As contas antigas migrarão para capacidade ilimitada em lotes semanais. O Yahoo espera concluir o processo de migração em 30 dias.

Na versão grátis, o usuário pode enviar e-mails com tamanho máximo de até 10MB. Na versão premium é possível fazer upload de até 20MB.

Segundo os cálculos do provedor, existem 254 milhões de usuários do Yahoo Mail no mundo. O provedor é o primeiro, entre os três grandes serviços de e-mail grátis da web, a oferecer capacidade de armazenamento ilimitada.

"Ídolos" no SBT

20 maio, 2007    Categoria: Conversa fiada   Nenhum Comentário »  


O melhor programa humorístico da atualidade na televisão brasileira.

É de matar de rir!

Luz e ação!

13 maio, 2007    Categoria: Conversa fiada   Nenhum Comentário »  

Imaginemos que a certeza é um líquido. Alcoólico.
Para encher uma garrafa não basta a sua. Tem que pegar um pouco do amigo que dá conselho, algo da namorada, da mãe, do ex-chefe. Se não lhe parece de boa qualidade não entra na sua garrafa. E só uma garrafa cheia derruba o medo.
E se o medo bebe tudo não sobra nada para o arrependimento se encher de certezas…

Carlos Mancuso

Teste de Ética

12 maio, 2007    Categoria: Política é o fim   Nenhum Comentário »  

Este é um teste para sua auto-avaliação.

Responda a pergunta final com sinceridade e então poderá avaliar a quantas anda sua moral.

Trata-se de uma situação imaginária.

Você deve decidir sobre uma atitude a ser tomada baseada em duas alternativas possíveis.

Caso

Você está em São Paulo, em meio aos terríveis momentos de enchentes que normalmente ocorrem na cidade em épocas de chuvas mais intensas. Continue lendo este artigo »

Afinal, o que nos leva a continuar nesta vida apesar das derrotas, perdas e poucas vitórias? O que é este impulso verdadeiramente suicida de ir até o fim da linha, de ver o que está por trás do inevitável abismo sabendo que teremos mais perdas, mais derrotas e quase nenhuma vitória? C.S. Lewis escreveu no “Surprised by Joy” que, quando crianças, experimentamos uma sensação desconhecida que nos preenche por toda vida, apesar de sua brevidade. Ele acreditava que seu nome era nada menos que “alegria” e que, durante os anos de maturidade, conforme a marcha do tempo insistisse em passar sua principal motivação era captar novamente esse pequeno e afiado brilho que o acompanhara. Lewis sabia que esta “alegria” podia ser dolorosa (e era), mas que era a única que valia a pena perseguir.

Então, o que nos leva a enfrentar o fim apesar de tudo, apesar da impossibilidade de entender o outro, de fazê-lo feliz? E o tempo – o que fazer com este monstro que nos ensina a agarrar cada instante passageiro como se fosse uma parte do eterno? Seria a alegria que tanto desejamos rever, a mesma alegria dos tempos de criança? Ou a certeza de que os dias que já se foram também têm uma beleza peculiar?
Me recordo do famoso verso de Rilke: a beleza é o início do terror devido à sua rara intensidade e, portanto, à crueldade que nos espera.

Alguns de nós sofrem tanto e passam por experiências que ninguém gostaria mas percebem, um dia, que estão vivos e sabem muito bem a alegria que isso significa.
Ah, “alegria”, “beleza”, “memória”, “terror” – palavras, palavras, palavras, já dizia Hamlet, todas querendo apreender o significado de algo que está além das nossas possibilidades, de nossas pífias intenções de uma busca pela felicidade nesta terra…
O que nos mantém vivos é a busca pela mesma alegria que C. S. Lewis também perseguia. E o resultado é a superação de todas as coisas ruins que aconteceram no passado porque, algum dia, teremos de nos libertar dele, e perceber a beleza oculta que as sombras queriam esconder; perceber que, apesar de toda a lição de trevas, a vida não é só isso e que a esperança é algo bom de se nutrir.



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