O pernambucano Murilo Gun já era famoso na internet brasileira quando ela mal tinha usuários. Aos 13 anos, ficou conhecido por quando sua página pessoal Gun’s Hot Page ganhou o iBest de 1996, na categoria de páginas pessoais.

Ainda trabalhando no mercado Web, usando da sua expertise em ‘produtizar’ na Web, Murilo iniciou um blog de crônicas cotidianas que agora virou um show humorístico no estilo americano do ‘stand-up comedy’ com direito à vídeo no YouTube e site dedicado.

Vi no Michel Lent

O Edson Marques, conhecido por seu poema Mude [veiculado em comercial da Fiat] e entoado por gente como Pedro Bial, Sergio Britto entre outros tantos, é autor de um Projeto Cultural muito interessante a ser apresentado pelo Senador Eduardo Suplicy.

A proposta é fazer com que todo produto comercializado no Brasil tenha em sua embalagem espaço destinado a mensagens culturais.

Frases, conceitos, fatos históricos, noções de saúde, biografias, trechos de romances, poesias. Informações em todos os produtos: de rótulos de cerveja a caixas de sabão; de bulas de remédio a frascos de xampu e sacolas de mercado. Ou seja, cultura para o povo!

Parece loucura, mas é mesmo!

Veja outros detalhes no Mude, o blog do autor.

A Escola Base sepultou a idéia de que basta atribuir a informação a uma autoridade. A imprensa também tem responsabilidade
Difícil imaginar um caso mais dramático. No dia em que sua filha Victória, de 1 ano e 3 meses, morreu [em 29 de outubro] Daniele Toledo do Prado, 21 anos, foi presa em flagrante pela polícia de Taubaté (SP) acusada de ter matado a criança com uma dose de cocaína misturada na mamadeira. Victória, segundo informação da Folha, tinha uma vasculite cerebral de causa desconhecida. A prisão foi baseada em laudo preliminar que detectou a presença da droga.

Os horrores que Daniele viveu começaram três semanas antes da morte da filha, quando foi estuprada no hospital de Taubaté, onde buscava assistência, e se estenderam pelos dias seguintes à prisão, quando foi espancada por 19 presas na cadeia de Pindamonhangaba. Teve a mandíbula quebrada, uma caneta enfiada no ouvido direito e a cabeça batida contra as grades. Na última terça-feira, Daniele foi libertada. O laudo definitivo do material colhido não encontrou vestígio de cocaína. O caso não está concluído porque até sexta-feira não havia sido divulgado a causa da morte. Mas a vida desta moça está irremediavelmente transtornada.

Há uma regra que uma parte da imprensa brasileira já adotou, mas que nem sempre é respeitada: não se confia na polícia. Não basta a acusação de um delegado, não basta um laudo provisório, não basta a formalização de uma acusação. Os arquivos dos jornais guardam dezenas de exemplos de irresponsabilidade da polícia e da imprensa. Mas isto somente acontece com a população mais pobre, não ocorre o mesmo com os demais, até o mesmo o tratamento da imprensa é diferenciado. No mesmo caso, a imprensa não deu o mesmo destaque ao médico residente acusado de ter estuprado Daniele no hospital de Taubaté.
Quando os implicados são médicos, policiais ou, no olhar do jornalista, pessoas “qualificadas”, eles são poupados do constrangimento da exposição pública.

Nesta história tem algo estranho que não entendo, mas parece que o filme já passou…

via Verdes Trigos

´Num país onde vale tudo, tudo pode acontecer´
trailer de Turistas

Carla Meneghini, do G1, no Rio

Os brasileiros já podem experimentar ao menos um gostinho de vingança: o longa “Turistas”, que chegou aos cinemas americanos na sexta (1/12), foi massacrado pela crítica nos EUA.

Ambientado no Brasil, o filme de terror conta a história de um grupo de mochileiros gringos que é roubado, seqüestrado e torturado por uma quadrilha de tráfico de órgãos durante seu passeio pelo litoral tupiniquim.

“Se burrice fosse crime, os idiotas desse filme barato estariam presos.” É com essa frase nada simpática que começa a crítica do jornal “The New York Times” a “Turistas”, dirigido por John Stockwell. Continue lendo este artigo »

O site Corpus do Português, aberto no início de novembro, oferece um meio inédito de esquadrinhar a língua portuguesa. Ele funciona como um “quem é quem” do idioma. Mostra a popularidade de palavras ou de frases buscadas entre milhares de textos. Esse grande arquivo forma o corpus da língua, que representa as diversas variedades lingüísticas do português. O corpus reúne mais de 50 mil textos, de diversas fontes, somando 45 milhões de palavras em português dos anos Trezentos (1300s) aos Novecentos (1900s). Há quatro registros principais: jornalístico, acadêmico, falado e de ficção.

A interface permite pesquisar palavras exatas ou frases, curingas, lemas, classes gramaticais, ou qualquer outra combinação. Proporciona também a pesquisa de palavras vizinhas com um máximo de dez palavras de cada lado (ex: todos os substantivos perto de cadeia, todos os adjetivos perto de mulher, ou todos os substantivos perto de girar).
O corpus também facilita, de pelo menos três maneiras diferentes, a comparação da freqüência e distribuição de palavras, frases e construções gramaticais através de textos:

Registro: comparações entre o falado, a ficção, o jornalístico, e o acadêmico
Dialeto: Portugal versus Brasil no século XX
Período histórico: comparação de séculos diferentes dos anos Trezentos [1300s] aos Novecentos [1900s]

Realizam-se com facilidade consultas de semântica no corpus. Por exemplo, a diferença de significado entre duas palavras relacionadas, pode ser determinada através da comparação e contraste das palavras vizinhas. Pode-se encontrar a freqüência e a distribuição de sinônimos de mais de 20.000 palavras e comparar esta freqüência em registros ou países diferentes, ou inclusive ao longo dos séculos. Estas listas de palavras podem ser armazenadas e usadas em futuras consultas. Pode-se, além disso, criar suas próprias listas de palavras com um parentesco semântico, e usá-las como parte da consulta.

Faça uma pequena excursão de três minutos que apresentará os aspectos principais do corpus. Um simples clique para cada consulta preencherá automaticamente o formulário de pesquisa, pesquisará 45 milhões de palavras em textos diversos, e exibirá os resultados. O Corpus é rápido, grátis, fácil de usar, e oferece características importantes não encontradas em nenhuma outra interface existente.

Sites relacionados: Projeto Linguateca e Banco de Português.



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