Campanha do abraço

9 outubro, 2006    Categoria: Conversa fiada   Nenhum Comentário »  

Você, provavelmente, vai se sentir bem depois de assistir esse vídeo.



Às vezes, um abraço bem apertado é tudo que precisamos no momento. O vídeo Free Hugs conta um pouco da história controversial de Juan Mann – um homem que tem a única missão de abraçar alguém na rua só pra fazer essa pessoa se sentir bem.

Viagem de 4 dias num taxi !

9 outubro, 2006    Categoria: Conversa fiada   Nenhum Comentário »  

Até onde vai a criatividade dos diretores de cinema.
A pedido da agência londrina Mother, o diretor James Rouse criou um filme de 2 minutos para a web para o titulo masculino Zoo Magazine. Coisa bem feita, superprodução ou improviso? Nenhuma das anteriores.
Na verdade, Rouse escolheu dois atores e conseguiu um motorista de taxi disposto a dirigir até acabar a verba de produçao – a bagatela de £ 10.000 (USD 18,000, mais ou menos).

O elenco também esteve no seu melhor e se mandaram no esquema “uma na mão e uma idéia”, manja? Os dois atores filmaram eles mesmos a maior parte do material. Os malucos atores e o diretor transformaram a viagem num filme publicitário que já tá dando o que falar. A trip começou em Londres, teve como última escala a nossa Andalucía querida e terminou 4 dias depois da largada, em Marrakech no Marrocos.
É mole?
Quem quiser assistir o filme tá aqui o link. Ah, o acesso por 30 dias custa € 5,00.

Parece que alguém lá em cima olha por nós, blogueiros. O braço executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil [o Olimpo da web brazuca] anunciou na segunda-feira a criação de endereços Web específicos para os internautas que desenvolvem blogs, fotologs, videologs e páginas de colaboração de conteúdo conhecidas como “wiki”.

Os novos domínios –”blog.br” (para blogs), “flog.br” (blogs fotográficos), “vlog.br” (videologs) e “wiki.br”– poderão ser registrados a partir de 25 de outubro, após um período de reserva entre 9 e 20 de outubro destinado para internautas que já têm páginas com algum desses conteúdos. A info, anunciada pelo Nic.br em comunicado à imprensa, chega fresquinha a este blog Jungiano não antes sem passar pela peneira do Infoescravo, que achou a idéia interessante.

O Nic.br é uma entidade sem fins lucrativos e os novos sufixos foram criados pura e simplesmente pra “facilitar a forma de identificar e endereçar esses serviços na Internet”. Tomara.
O custo de registro de domínios pelo sistema do Nic.br [em http://registro.br] é de 30 reais e vale um ano.

via Infoescravo

Você anda meio perdido(a) na blogosfera? Aqui está a canção dedicada aos novos blogueiros:
I Started A Blog Which Nobody Read
.

 

I started a blog which nobody read.. When I went to work, I blogged there instead..I started a blog which nobody view..
I started a blog but nobody came; no issues were raised, no comments were made;
I started a blog which nobody read.. all I did wasn’t that great but you must know here’s what is said..
I started a blog; I sent you the link; I wanted you the world to know what I think..
I started a blog but when I read yours; it made me forget what I had started my for..

Dica: Não deixe a canção te desencorajar de abrir um blog, ao contrário, lembre-se que é uma canção sobre iniciar um blog!

Download aqui


O que são os DRM?

Os DRM (Digital Restrictions Management systems ou sistemas de Gestão Digital de Restrições) são mecanismos técnicos de restrição ao acesso e cópia de obras publicadas em formatos digitais. Muito embora seus estimuladores os chamem de “Gestão Digital de Direitos”, quando analisamos seus objetivos, é evidente que só servem para gerir restrições.

Quem propõe esses sistemas argumenta que são necessários para que os autores possam controlar o respeito ao seu direito de autor no mundo digital.
O que não dizem é que tais medidas podem ser (e de fato são) usadas para restringir obras que não estão sob direitos autorais ou que as restrições que os DRM impõem ao público vão muito mais além do que o direito de autor outorga. Não comentam, por exemplo, que a implementação das DRM não está ao alcance dos autores, apenas das grandes empresas editoriais, fonográficas e produtoras, sobre as quais os autores em geral carecem de controle.

Existem diferentes mecanismos de DRM projetados por empresas distintas mas em geral todos têm em comum algumas características:

* detectam quem acessa cada obra, quando e sob que condições, e reportam essa informação ao provedor da obra;
* autorizam ou denegam de maneira inapelável o acesso à obra, de acordo com condições que podem ser mudadas unilateralmente pelo provedor da obra;
* quando autorizam o acesso, o fazem sob condições restritivas que são fixadas unilateralmente pelo provedor da obra, independentemente dos direitos que a lei outorgue ao autor ou ao público.

Uma característica particular dos DRM é que sua implementação não se limita ao técnico e enveredam também pelo legislativo: seus proponentes impulsionam, com grandes campanhas e lobby no mundo inteiro, projetos de lei que proíbem a produção, distribuição e venda de dispositivos eletrônicos a menos que estejam equipados com DRM, e criminalizam qualquer esforço de inibir as DRM, independentemente de essa inibição implicar em violação do direito autoral ou não.

Este blog navega pelo Opera, é participante da FSF (Fundação Sofware Livre) e também é terminantemente contra os DRM.